Nos dias de calor, a ordem é torrar sem dó nem piedade toda a energia extra acumulada pelo organismo. E mais: fazer isso num piscar de olhos e, se possível, com muita diversão. Sim, a gente entendeu o pedido e, com uma mãozinha dos médicos Marcelo Ortiz e Carlos Polazzo, do Instituto BR Esportes, ele foi atendido.Numa tarefa suada, montamos um ranking com as dez atividades que mais queimam calorias. Para a ficha ficar completa, ainda investigamos os prós e os contras de cada exercício. Afinal, não adianta nada ficar com uma barriguinha linda se você for obrigada a ficar de molho em casa, com dores pelo corpo todo.
1. Corrida
Não tem jeito: o pódio ainda é dela. Com uma hora de corrida, você gasta terríveis 900 calorias. Isso equivale a uma lasanha, um copo médio de coca-cola, uma porção de carne de frango e um brigadeiro. Ufa!
A favor: melhora o condicionamento cardíaco.
Contra: cuidado com o impacto do joelho e na coluna ao correr. Escolha um tênis com bons amortecedores (acerte na escolha do tênis).
2. Andar de bicicleta
Sair pedalando pelas ruas é sinônimo de 840 calorias a menos no corpo.
A favor: melhora o condicionamento cardíaco.
Contra: Cuidado com o desgaste da coluna e com o joelho. Antes de começar a pedalar, não deixe de ajustar o banco de modo que você nunca estique completamente a perna.
3. Tênis
Trata-se de um esporte completo: você precisa de força para arremessar a bolinha e muito fôlego para percorrer a quadra. Mas tanto esforço é bem recompensado com a despedida de 800 calorias numa partida de uma hora.
A favor: melhora a coordenação motora, fortalece os músculos (principalmente dos braços) e aumenta a agilidade
Contra: lesões nos ombros e nos punhos, caso você se esforce demais. Se nunca praticou, procure um professor pelo menos no mês inicial.
4. Futebol
Temos um argumento imbatível para você topar bater uma bolinha, mesmo que tenha acabado de sair da manicure: uma hora de uma boa pelada consome 780 calorias!
A favor: fortalece as pernas e melhora o condicionamento
Contra: tome cuidado com os esbarrões e com as divididas, que podem exigir um pouco de força e jogo de cintura
5. Boxe
Coloque as luvas e vamos ao ringue. Treinando boxe, você queima até 660 calorias e ainda define os braços.
A favor: pique de campeã e músculos dos braços muito bem torneados.
Contra: exige bastante preparo. Quantos aos socos, eles são feitos em sacos
6. Musculação
Pode ser em casa, com pesinhos, ou na academia. Para cada hora de treino, você perder, em média, 720 calorias.
A favor: melhora a resistência articular e muscular, fortalece os ossos e ainda acelera a queima de calorias.
Contra: pode danificar músculos e tendões se não for feita com orientação adequada (saiba como evitar lesões).
7. Remar
Sim, pode parecer estranho e difícil remar em plena cidade grande, mas os médicos garantem a eficácia. Uma hora de braços para lá e para cá eliminam 600 calorias do corpo.
A favor: melhora o condicionamento cardíaco e muscular, define todo o peitoral e os braços rapidinho. É o segundo exercício mais completo que existe (depois da natação).
Contra: pode causar tendinite nos braços
8. Natação
Uma hora queima 540 calorias.
A favor: trabalha todos os músculos e melhora o condicionamento.
Contra: cuidado com os choques térmicos, caso treine numa piscina aquecida. Não se esqueça de alongar, evitando cãibras.
9. Basquete
Não precisa ser nenhum craque do NBA, mas dar uma corridinha para um e outro lado da quadra e tentar jogar a bola na cesta pode te fazer perder 480 calorias.
A favor: trabalha braços e pernas, praticamente na mesma proporção, além de desenvolver o condicionamento físico
Contra: cuidado com impactos bruscos no joelho e na coluna e com as trombadas na quadra.
10. Vôlei
Você sempre pensou: ah, aquele esporte em que a gente fica meio parado nem deve me ajudar a emagrecer... pois errou. Uma hora praticando vôlei elimina 420 calorias da sua barriga, da sua perna, do seu bumbum...
A favor: braços e abdômen definidos
Contra: cuidado com as lesões nos dedos das mãos. Elas costumam ser frequentes.
Fonte
"Atividade física não é apenas uma das mais importantes chaves para um corpo saudável -- ela é a base da atividade intelectual criativa e dinâmica." (John F. Kennedy)
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
A musculação e seu benefício para o salto vertical no voleibol
Segundo TEIXEIRA e GOMES (1998) o atleta de voleibol deve treinar a potência na musculação porque é uma das capacidades físicas predominantes no jogo de voleibol. A força máxima dinâmica também merecem ser exercitadas nas sessões de musculação do voleibol (CHIAPPA, 2001).
MARQUES JUNIOR (2001) ensina que a musculação para o atleta de voleibol tem que ser praticada similar ao gesto desportivo da modalidade para proporcionar uma adequada transferência da força aos fundamentos executados pelo voleibolista.
WELTMAN et al. (1986) afirmam que a musculação auxilia no aumento da impulsão do salto vertical. NAGANO e GERRITSEN (2000) evidenciaram em seu estudo que o exercício resistivo é responsável pela melhora do salto vertical. HOLLINGS e ROBSON (1991) informam que a modalidade do atleta influencia no desempenho do salto vertical, desportos onde predomina a força e a potência os atletas saltam mais.
SPILÄ et al. (1991) escrevem que as modalidades de força saltam mais porque possuem mais força isométrica nos músculos dos membros inferiores. A força isométrica correlaciona-se significativamente com o salto vertical do desportista (Häkkinen, 1991 em TRICOLI et al., 1994). Desportos de velocidade também conseguem boa performance no salto vertical por causa que esses eventos necessitam de potência .
EISENMAN (1978) observou no seu estudo que a pratica da musculação por 4 dias por semana com 8 a 12 repetições e possuindo exercícios para os membros inferiores, ombro, costas e braço, beneficia o desempenho do salto vertical. McKETHAN e MAYHEW (1974) informam que sessões de força isotônica-isométrica melhoram mais o salto vertical do que as de força máxima.
Para AUGUSTSSON et al. (1998) não é só o número de repetições, séries ou o objetivo da sessão de musculação que aumentam a impulsão do salto vertical, a especificidade é um fator determinante. Em sua pesquisa um grupo realizou treino de força na cadeira extensora e abdutora, enquanto que outro praticou agachamento com halter. Os melhores resultados no salto vertical foram do grupo do agachamento com halter porque ativa à ação excêntrica e concêntrica, similar o movimento muscular do salto vertical com contramovimento.
FIGUEIRA JÚNIOR et al. (1996) constataram na seleção brasileira feminina de voleibol adulto que a força e a potência influenciam significativamente no salto vertical, isto é, na quantidade e nos níveis de fadiga.
A potência também propicia uma melhora na impulsão do salto vertical (KETTUNEN et al., 1999). Segundo BADILLO e AYESTARÁN (2001) sessões de potência devem ter uma duração máxima de 2 meses para mulheres e 4 meses em homens, mais do que este período a força explosiva tende a declinar. Mas estas informações não foram evidenciadas em voleibolistas.
SCHMIDTBLEICHER (1992) escreve que a força máxima dinâmica contribui na qualidade da potência do atleta, mas não explica o motivo. RODACKI et al. (1994) afirmam que a melhora da força sempre beneficiará a potência muscular. Enquanto que Newton & Kraemer (1994 em BADILLO e AYESTARÁN, 2001) indicam 5 fatores que se melhorados em conjunto beneficiaram a força de potência, eles são: força executada em velocidade lenta com cargas elevadas (força máxima dinâmica), força realizada com máxima velocidade portando pesos leves ou medianos (força de potência), habilidades específicas (ciclo excêntrico-concêntrico e índice de manifestação da força) e coordenação intermuscular.
A potência torna-se imprescindível para os desportos da atualidade por causa que auxilia no desempenho atlético, como no arremesso, golpe de uma arte marcial e no salto vertical (NEWTON e KRAEMER, 1994). Mas MANNIE (1995) chama atenção que sessões com peso de musculação que visem à melhora da força de potência possuem um alto risco de lesão, apesar de ser comprovado os seus benefícios para a performance. Observado no estudo de
HÄKKINEN (1993) em jogadoras de voleibol da liga finlandesa. As voleibolistas praticaram 2 a 3 sessões semanais de musculação de força máxima dinâmica e/ou força de potência no período preparatório, vindo reduzir a quantidade de treino de força no período competitivo, sendo praticado para manutenção. HÄKKINEN (1993) constatou que os valores do salto vertical do bloqueio e da cortada aumentaram significativamente por causa das sessões de força máxima dinâmica e de potência.
No período de transição e no segundo período competitivo, as voleibolistas finlandesas realizaram sessões de força máxima dinâmica e de potência num menor volume, vindo a cessar o treino de força máxima dinâmica na metade do período competitivo, influenciando num decréscimo do salto vertical das jogadoras.
Segundo HÄKKINEN (1989) a força máxima dinâmica e a força de potência são imprescindíveis para aumentar o salto vertical do atleta de voleibol. Embora YOUNG e BILBY (1993) presenciaram em seu estudo que os estudantes que treinavam potência obtiveram resultados inferiores no salto vertical (38,70 4,98 cm) quando comparados aos do grupo de hipertrofia máxima (41,59 4,74 cm), tornando difícil de explicar o motivo.
Fonte
MARQUES JUNIOR (2001) ensina que a musculação para o atleta de voleibol tem que ser praticada similar ao gesto desportivo da modalidade para proporcionar uma adequada transferência da força aos fundamentos executados pelo voleibolista.
WELTMAN et al. (1986) afirmam que a musculação auxilia no aumento da impulsão do salto vertical. NAGANO e GERRITSEN (2000) evidenciaram em seu estudo que o exercício resistivo é responsável pela melhora do salto vertical. HOLLINGS e ROBSON (1991) informam que a modalidade do atleta influencia no desempenho do salto vertical, desportos onde predomina a força e a potência os atletas saltam mais.
SPILÄ et al. (1991) escrevem que as modalidades de força saltam mais porque possuem mais força isométrica nos músculos dos membros inferiores. A força isométrica correlaciona-se significativamente com o salto vertical do desportista (Häkkinen, 1991 em TRICOLI et al., 1994). Desportos de velocidade também conseguem boa performance no salto vertical por causa que esses eventos necessitam de potência .
EISENMAN (1978) observou no seu estudo que a pratica da musculação por 4 dias por semana com 8 a 12 repetições e possuindo exercícios para os membros inferiores, ombro, costas e braço, beneficia o desempenho do salto vertical. McKETHAN e MAYHEW (1974) informam que sessões de força isotônica-isométrica melhoram mais o salto vertical do que as de força máxima.
Para AUGUSTSSON et al. (1998) não é só o número de repetições, séries ou o objetivo da sessão de musculação que aumentam a impulsão do salto vertical, a especificidade é um fator determinante. Em sua pesquisa um grupo realizou treino de força na cadeira extensora e abdutora, enquanto que outro praticou agachamento com halter. Os melhores resultados no salto vertical foram do grupo do agachamento com halter porque ativa à ação excêntrica e concêntrica, similar o movimento muscular do salto vertical com contramovimento.
FIGUEIRA JÚNIOR et al. (1996) constataram na seleção brasileira feminina de voleibol adulto que a força e a potência influenciam significativamente no salto vertical, isto é, na quantidade e nos níveis de fadiga.
A potência também propicia uma melhora na impulsão do salto vertical (KETTUNEN et al., 1999). Segundo BADILLO e AYESTARÁN (2001) sessões de potência devem ter uma duração máxima de 2 meses para mulheres e 4 meses em homens, mais do que este período a força explosiva tende a declinar. Mas estas informações não foram evidenciadas em voleibolistas.
SCHMIDTBLEICHER (1992) escreve que a força máxima dinâmica contribui na qualidade da potência do atleta, mas não explica o motivo. RODACKI et al. (1994) afirmam que a melhora da força sempre beneficiará a potência muscular. Enquanto que Newton & Kraemer (1994 em BADILLO e AYESTARÁN, 2001) indicam 5 fatores que se melhorados em conjunto beneficiaram a força de potência, eles são: força executada em velocidade lenta com cargas elevadas (força máxima dinâmica), força realizada com máxima velocidade portando pesos leves ou medianos (força de potência), habilidades específicas (ciclo excêntrico-concêntrico e índice de manifestação da força) e coordenação intermuscular.
A potência torna-se imprescindível para os desportos da atualidade por causa que auxilia no desempenho atlético, como no arremesso, golpe de uma arte marcial e no salto vertical (NEWTON e KRAEMER, 1994). Mas MANNIE (1995) chama atenção que sessões com peso de musculação que visem à melhora da força de potência possuem um alto risco de lesão, apesar de ser comprovado os seus benefícios para a performance. Observado no estudo de
HÄKKINEN (1993) em jogadoras de voleibol da liga finlandesa. As voleibolistas praticaram 2 a 3 sessões semanais de musculação de força máxima dinâmica e/ou força de potência no período preparatório, vindo reduzir a quantidade de treino de força no período competitivo, sendo praticado para manutenção. HÄKKINEN (1993) constatou que os valores do salto vertical do bloqueio e da cortada aumentaram significativamente por causa das sessões de força máxima dinâmica e de potência.
No período de transição e no segundo período competitivo, as voleibolistas finlandesas realizaram sessões de força máxima dinâmica e de potência num menor volume, vindo a cessar o treino de força máxima dinâmica na metade do período competitivo, influenciando num decréscimo do salto vertical das jogadoras.
Segundo HÄKKINEN (1989) a força máxima dinâmica e a força de potência são imprescindíveis para aumentar o salto vertical do atleta de voleibol. Embora YOUNG e BILBY (1993) presenciaram em seu estudo que os estudantes que treinavam potência obtiveram resultados inferiores no salto vertical (38,70 4,98 cm) quando comparados aos do grupo de hipertrofia máxima (41,59 4,74 cm), tornando difícil de explicar o motivo.
Fonte
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Esportes a serem praticados na praia
Antes de iniciar a atividade física na praia, ainda em casa, é importante comer algo leve e saudável. Se você for iniciar a atividade logo após o café da manhã, lembre-se de colocar na mesa uma porção de laticínios (leite, queijo ou iogurte), uma fruta (pode ser suco), pão integral ou uma caneca de cereais. Lembre-se também de se hidratar: tome água antes, durante e depois do exercício físico. No verão perdemos mais líquido, portanto, a reposição também deve ser maior.
A pele também requer muitos cuidados. Vinte minutos antes de sair de casa e se expor ao sol passe protetor solar. Repasse o produto a cada duas horas. Se o esporte permitir, você também deve levar para praia chapéu e óculos escuros.
Frescobol
O frescobol é um esporte tipicamente praiano. Geralmente ele é praticado por dois jogadores e se assemelha bastante ao tênis. O objetivo do jogo é manter a bolinha o máximo de tempo no ar utilizando apenas as raquetes.
É um ótimo exercício cardiovascular pela intensa repetição de movimentos, exige bastante das articulações devido aos movimentos bruscos e trabalha, principalmente, coxas e panturrilhas, bem como os braços e ombros. Uma hora de frescobol consome cerca de 780 calorias.
Futebol
O esporte preferido dos brasileiros também pode ser praticado na beira da praia, seja em uma quadra na areia, quanto em uma rodinha com os amigos. Dependendo da posição na qual você joga, o futebol pode ser uma atividade de força ou um exercício cardiovascular. Os riscos de lesões são grandes, portanto o exercício é mais indicado para quem não está sedentário. Uma hora de partida pode representar a queima de aproximadamente 700 calorias.
Vôlei
O vôlei também pode ser praticado em uma quadra na areia ou em uma rodinha com os amigos. A atividade aumenta a agilidade e a massa muscular, principalmente das pernas. Uma hora de jogo gasta em torno de 400 calorias.
Futevôlei
O esporte é uma mistura de vôlei e futebol e é muito popular nas praias do Rio de Janeiro, mais precisamente, surgiu nas areias de Copacabana. Como um exercício intenso, o esporte trabalha os músculos da coxa, panturrilha, glúteos, quadríceps e abdome. Em uma hora de jogo gasta-se cerca de 500 calorias.
Taco
Jogar taco também é uma atividade que tem a cara do verão. A brincadeira, que pode parecer de criança, rende uma boa perda de calorias. Com o movimento dos braços, na tacada, e a corrida para buscar a bolinha (que deve ser a mais rápida possível) o jogo se torna um ótimo exercício físico. Cerca de 400 calorias podem ser perdidas em uma hora.
Caminhada
A caminhada é um ótimo exercício para todos os tipos de pessoas. Os horários mais indicados são começo da manhã e final da tarde, quando sol está mais baixo e a praia mais vazia. Além de estar se exercitando você vai poder contemplar as paisagens litorâneas.
Embora não tenha muitas contra indicações, não caminhe se apresentar problemas em joelhos e pés que lhe causem qualquer desconforto. Uma hora de caminhada rápida queima cerca de 300 calorias
Corrida
Correr melhora as condições cardiovasculares e é um ótimo exercício para perder peso rápido. O exercício trabalha, principalmente, os músculos das coxas, pernas e quadril. Em uma hora de corrida, em ritmo moderado, consomem-se aproximadamente 700 calorias.
Yôga
Praticar yôga é por si só um exercício de relaxamento, se for praticado na praia, ao som do barulho das ondas e em meio as belezas naturais, o relaxamento pode ser ainda maior. A yôga ajuda a reduzir a pressão arterial, diminuir o estresse, e melhorar a coordenação, flexibilidade, concentração, sono e digestão.
Natação
A natação é um dos exercícios mais completos, pois trabalha diversas regiões do corpo. Também é muito importante para a saúde cardiovascular e quando bem praticado é um ótimo jeito de entrar em forma. Como não apresenta impacto, é muito bom para pessoas que estão se recuperando de lesões de membros inferiores. Uma hora de natação, em ritmo moderado, queima aproximadamente 460 calorias.
Surf
É o esporte preferido de quem adora praia. É um excelente exercício cardiovascular, trabalha com todos os grupos musculares, desenvolve o equilíbrio e a coordenação motora, além de ser um esporte praticado diretamente junto à natureza. Em uma hora de surf gasta-se cerca de 600 calorias.
A pele também requer muitos cuidados. Vinte minutos antes de sair de casa e se expor ao sol passe protetor solar. Repasse o produto a cada duas horas. Se o esporte permitir, você também deve levar para praia chapéu e óculos escuros.
Frescobol
O frescobol é um esporte tipicamente praiano. Geralmente ele é praticado por dois jogadores e se assemelha bastante ao tênis. O objetivo do jogo é manter a bolinha o máximo de tempo no ar utilizando apenas as raquetes.
É um ótimo exercício cardiovascular pela intensa repetição de movimentos, exige bastante das articulações devido aos movimentos bruscos e trabalha, principalmente, coxas e panturrilhas, bem como os braços e ombros. Uma hora de frescobol consome cerca de 780 calorias.
Futebol
O esporte preferido dos brasileiros também pode ser praticado na beira da praia, seja em uma quadra na areia, quanto em uma rodinha com os amigos. Dependendo da posição na qual você joga, o futebol pode ser uma atividade de força ou um exercício cardiovascular. Os riscos de lesões são grandes, portanto o exercício é mais indicado para quem não está sedentário. Uma hora de partida pode representar a queima de aproximadamente 700 calorias.
Vôlei
O vôlei também pode ser praticado em uma quadra na areia ou em uma rodinha com os amigos. A atividade aumenta a agilidade e a massa muscular, principalmente das pernas. Uma hora de jogo gasta em torno de 400 calorias.
Futevôlei
O esporte é uma mistura de vôlei e futebol e é muito popular nas praias do Rio de Janeiro, mais precisamente, surgiu nas areias de Copacabana. Como um exercício intenso, o esporte trabalha os músculos da coxa, panturrilha, glúteos, quadríceps e abdome. Em uma hora de jogo gasta-se cerca de 500 calorias.
Taco
Jogar taco também é uma atividade que tem a cara do verão. A brincadeira, que pode parecer de criança, rende uma boa perda de calorias. Com o movimento dos braços, na tacada, e a corrida para buscar a bolinha (que deve ser a mais rápida possível) o jogo se torna um ótimo exercício físico. Cerca de 400 calorias podem ser perdidas em uma hora.
Caminhada
A caminhada é um ótimo exercício para todos os tipos de pessoas. Os horários mais indicados são começo da manhã e final da tarde, quando sol está mais baixo e a praia mais vazia. Além de estar se exercitando você vai poder contemplar as paisagens litorâneas.
Embora não tenha muitas contra indicações, não caminhe se apresentar problemas em joelhos e pés que lhe causem qualquer desconforto. Uma hora de caminhada rápida queima cerca de 300 calorias
Corrida
Correr melhora as condições cardiovasculares e é um ótimo exercício para perder peso rápido. O exercício trabalha, principalmente, os músculos das coxas, pernas e quadril. Em uma hora de corrida, em ritmo moderado, consomem-se aproximadamente 700 calorias.
Yôga
Praticar yôga é por si só um exercício de relaxamento, se for praticado na praia, ao som do barulho das ondas e em meio as belezas naturais, o relaxamento pode ser ainda maior. A yôga ajuda a reduzir a pressão arterial, diminuir o estresse, e melhorar a coordenação, flexibilidade, concentração, sono e digestão.
Natação
A natação é um dos exercícios mais completos, pois trabalha diversas regiões do corpo. Também é muito importante para a saúde cardiovascular e quando bem praticado é um ótimo jeito de entrar em forma. Como não apresenta impacto, é muito bom para pessoas que estão se recuperando de lesões de membros inferiores. Uma hora de natação, em ritmo moderado, queima aproximadamente 460 calorias.
Surf
É o esporte preferido de quem adora praia. É um excelente exercício cardiovascular, trabalha com todos os grupos musculares, desenvolve o equilíbrio e a coordenação motora, além de ser um esporte praticado diretamente junto à natureza. Em uma hora de surf gasta-se cerca de 600 calorias.
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